Lanche Mortal
No Colégio Júlio de Castilhos estudavam oito amigos. Gabriela que era a menor do grupo e tinha cabelos vermelhos, Gilberto que tinha lindos olhos e tocava
violão, Gael que vivia chapado e matando as aulas, Augusto que era o nerd do
grupo, Wesley que era novo na turma e amava futebol, Rodrigo que era diferente
e engraçado, Helena que estava sempre sorrindo e era a mais nova e, por último,
Jonas que tinha 1,90m e era o mais velho.
Os oito amigos
tinham uma vida tranquila na escola até que Gael sumiu misteriosamente. Não era
o primeiro aluno que sumia, e por coincidência eram todos alunos que matavam
muita aula.
Na procura pelo
amigo, eles acabaram achando um lugar escondido embaixo da quadra de esportes
da escola onde um aluno era torturado horrivelmente. Todos ficaram apavorados e
saíram correndo.
Depois de alguns
dias Jonas, Augusto e Wesley resolveram voltar lá para ver o que descobriam.
Chegando lá viram que não tinha ninguém na sala e entraram para investigar.
Tinha muitos instrumentos de tortura, uma lista de frequência e uma enorme
pilha de enroladinhos. Quando perceberam o que aquilo significava, se olharam
com nojo. Eles matavam os alunos infrequentes para fazer a comida do bar da
escola!
Agora que tudo foi
descoberto restava saber quem estava por traz daquilo. Para isso, eles fizeram
um plano onde Rodrigo serviria de isca para chegar até os culpados. Ele começaria
a matar as aulas até que fosse pego pelos torturadores. Tudo ocorreu bem,
Rodrigo foi pego e levado para a sala e os três garotos foram atrás dele para
completar o plano.
Quando estavam
quase chegando à sala, foram pegos por um grupo de homens mascarados e
acordaram em outra sala onde o líder do esquema estava sentado de costas. O
homem se virou e surpreendeu os meninos, pois era o professor de matemática
deles, que aparentemente parecia não fazer mal a ninguém. Assumindo uma postura
totalmente nova, o homem disse que eles pagariam por tentar estragar seus
planos.
Helena, Gabriela e
Gilberto, percebendo que os outros haviam sumido há muito tempo, tiveram que
tomar coragem e ir em busca dos amigos. Eles foram até a sala embaixo da
quadra, mas a única coisa que viram foi Rodrigo morto. O desespero foi grande,
mas tiveram que engolir as lágrimas e seguir procurando.
Na sala Augusto foi
levado para morrer e os outros dois assistiriam a tudo. Quando um dos homens
mascarados começou a cortar o pescoço dele, Helena, Gabriela e Gilberto
chegaram à sala. Eles combinaram que Gilberto daria uma pancada na cabeça do
torturador enquanto as meninas soltariam os amigos que estavam presos.
Todos estavam
livres e deram um fim no homem mascarado, mas Augusto não resistiu e morreu.
Não houve tempo para se lamentar, pois logo outros homens chegaram e Helena e
Gabriela correram para chamar a polícia enquanto os meninos cuidavam dos
torturadores.
Depois de ligar
para a polícia as meninas voltaram e encontraram todos os torturadores mortos,
mas Wesley também estava no chão. Neste momento o professor de matemática
entrou na sala com uma arma e atirou em Jonas, mas o tiro pegou de raspão.
Gabriela pegou uma faca de um dos torturadores mortos e cravou nas costas do
professor que deixou a arma cair na hora. Helena pegou a arma e atirou nele sem
pensar duas vezes.
Os amigos se
olharam e perceberam que agora finalmente tudo havia acabado, mas também
puderam se dar conta de que agora não eram mais oito e sim quatro. A polícia
chegou ao local e agora os meninos teriam muito para contar.
Dois meses depois, após
superarem o grande trauma do que aconteceu, eles voltaram para a escola, receberam
uma linda homenagem dos professores e alunos, um memorial foi feito com os
nomes de todos os alunos mortos, com destaque para os que ajudaram a combater
os torturadores. A rotina deles aos poucos ia voltando ao normal, mas a lembrança
do terror que passaram nunca sairia de suas mentes.
Autores: Giovana,
Gustavo, Hariná e Jonathan Nöthen (Alunos do 1º ano do EM da turma 11G/ Colégio
Estadual Júlio de Castilhos)
Muito bom o texto!
ResponderExcluirObrigada, Juliano
ExcluirMeus alunos agradecem.
Abraço,
Marineide